Incidência e morfometria do forame oval patente em cadáveres humanos
DOI:
https://doi.org/10.56102/afmo.2019.57Palavras-chave:
Anatomia, Cadáver, Cardiologia, Cirurgia, Forame Oval.Resumo
Objetivo: Investigar a incidência e morfometria do FOP em corações humanos cadavéricos, sabendo que o método e a acuidade do exame diagnóstico interferem na estimativa da incidência do FOP. Método: Noventa corações humanos foram selecionados da coleção de partes de cadáveres do Departamento de Anatomia da UFPE. Incluídos no estudo estavam corações humanos que apresentavam os átrios direito e esquerdo dissecados para visualização das estruturas internas, bem como o septo interatrial intacto (sem dissecção). Corações cujos átrios foram removidos para visualização do plano valvar ou os átrios, não foram dissecados, foram excluídos. O estudo foi dividido em três etapas, a saber: (1) triagem e seleção de corações humanos; (2) investigação da presença de PFO em corações humanos selecionados; e (3) morfometria do PFO. Após a triagem, 40 corações humanos cadavéricos foram selecionados para estudar a incidência e a morfometria do FOP. Em cada coração humano cadavérico, o septo interatrial, a fossa oval e seu limbo foram analisados, e a presença ou ausência do FOP pelo átrio direito e pelo átrio esquerdo. Para realizar a morfometria, foi utilizado um paquímetro digital e medidos os diâmetros vertical e horizontal do FOP. Resultados: Dos 40 corações humanos selecionados, apenas seis apresentavam o FOP, indicando uma incidência de 15%. O FOP variou de 1 a 5 mm no diâmetro potencial máximo (média = 3,5 mm). Além disso, em um dos corações foi observada a existência de dois forames ovais. Conclusão: Com base nos resultados, foi observada uma incidência de 15% do FOP, com uma média de
3,5 mm de diâmetro potencial máximo.
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