Hipertensão secundária ao feocromocitoma: relato de caso
DOI:
https://doi.org/10.56102/afmo.2019.66Palavras-chave:
Hipertensão; Feocromocitoma; Glândulas Suprarrenais.Resumo
Os feocromocitomas são tumores de células cromafins produtoras de catecolaminas, que podem ocorrer nas glândulas adrenais. É considerado raro, atingindo 0,8 por 100.000 pessoas/ano, com maior prevalência em mulheres entre 40 a 59 anos. Um dos problemas acarretados é a hipertensão, sendo classificada como hipertensão secundária ao feocromocitoma. Relatamos o caso de uma mulher de 53 anos, que procurou auxílio médico em uma clínica particular especializada em cardiologia, para consulta de rotina e avaliação pré-operatória para fins de exérese de tumoração em glândula adrenal direita. A mesma relata ter sido diagnosticada com hipertensão arterial secundária ao feocromocitoma. O feocromocitoma é uma causa de hipertensão secundária que resulta no aumento dos níveis tensionais, sendo necessário o bloqueio adrenérgico, até que seja feita a excisão do tumor, quando se espera que haja a normalização dos níveis pressóricos, à medida que o estímulo adrenérgico é superado com a retirada da neoplasia, voltando o paciente ao seu estado de normotensão.
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