Aumento da ingesta de magnésio na dieta associada à redução da dor crônica: Uma revisão sistemática

  • Sérgio Manoel Lemos de Carvalho Faculdade de Medicina de Olinda
  • Gabriella Caroline de Carvalho Gomes Faculdade de Medicina de Olinda
  • Ana Roberta de Vasconcelos Mororó Wanderley Faculdade de Medicina de Olinda
  • Lívia Dhayany Alexandre da Costa Lima Medicina da Faculdade de Medicina de Olinda
  • Joyce Ferreira Gomes de Oliveira Universidade de Pernambuco
  • Raphaella Amanda Maria Leite Fernandes Faculdade de Medicina de Olinda
Palavras-chave: Dor crônica, Dieta, Magnésio

Resumo

Objetivos: Realização de uma revisão sistemática que aborda a associação entre o aumento da ingesta de magnésio, através da dieta, com a redução da dor crônica. Métodos: Foi desenvolvida uma revisão sistemática a partir das bases de dados, PubMed, BIREME e LILACS, via descritores DeCS/MeSH; incluindo estudos que abordassem a temática da ingesta de magnésio na dieta de indivíduos com dor crônica. Utilizando os idiomas inglês, português e espanhol. O levantamento bibliográfico foi realizado no período entre agosto e setembro de 2018. Resultados: Do total de artigos selecionados, 3 atenderam aos critérios de inclusão, sendo que em 1 não houve significância (p>0,05). Em mulheres com fibromialgia (FM), entre 18-60 anos, a ingestão de magnésio e cálcio apresentou correlação positiva com o limiar da dor (r=0,25; p=0,01 e r=0,32; p=0,01, respectivamente) e correlação negativa com os TP (r=-0,23; p=0,02 e r=-0,28; p=0,03, respectivamente). A intensidade da enxaqueca foi significativamente reduzida no grupo de suplementação (magnésio, riboflavina e coezima Q10), comparado ao placebo (p = 0,03). Nas 90 mulheres com artrite reumatoide (AR), não houve significativa relação entre a ingestão de nutrientes e escore de atividade da doença. Conclusão: Definiu-se que há uma correlação no aumento da ingesta de magnésio com a redução da dor crônica, reforçando a relevância do cuidado nutricional para melhora da qualidade de vida.

Biografia do Autor

Sérgio Manoel Lemos de Carvalho, Faculdade de Medicina de Olinda
Acadêmico de Medicina da Faculdade de Medicina de Olinda (FMO) e membros da Liga Acadêmica de Clínica Médica Aplicada (LACMA).
Gabriella Caroline de Carvalho Gomes, Faculdade de Medicina de Olinda
Acadêmico de Medicina da Faculdade de Medicina de Olinda (FMO) e membro da Liga Acadêmica de Clínica Médica Aplicada (LACMA).
Ana Roberta de Vasconcelos Mororó Wanderley, Faculdade de Medicina de Olinda
Acadêmica de Medicina da Faculdade de Medicina de Olinda (FMO) e membro da Liga Acadêmica de Clínica Médica Aplicada (LACMA).
Lívia Dhayany Alexandre da Costa Lima, Medicina da Faculdade de Medicina de Olinda
Acadêmica de Medicina da Faculdade de Medicina de Olinda (FMO) e membro da Liga Acadêmica de Clínica Médica Aplicada (LACMA),
Joyce Ferreira Gomes de Oliveira, Universidade de Pernambuco
Acadêmica de Medicina da Universidade de Pernambuco (UPE).
Raphaella Amanda Maria Leite Fernandes, Faculdade de Medicina de Olinda
Coordenadora Acadêmica da FMO e orientadora da LACMA.
Publicado
05-09-2019
Seção
Artigo de Revisão